Certificada ANVISA para a emissão do Certificado Internacional de Vacinas

Coqueluche
 

Como posso proteger meu bebê?

A coqueluche, também conhecida como «tosse comprida», tem se tornado freqüente e causado muitas complicações em nosso país, com um alto índice de internações de bebês, apesar de serem vacinados. A gripe, o sarampo, a caxumba, também têm acometido novamente a população brasileira, com maior prejuízo aos bebês.

Qualquer um de nós pode ter a oportunidade de proteção e de indiretamente proteger nossas crianças através de nossa vacinação. Sempre é bom lembrar que atualmente viajamos mais e que a epidemiologia das doenças infecto-contagiosas não é mais regional, mas global, portanto, a transmissão de muitas doenças se tornou muito fácil e rápida. Cada vez que adultos e crianças viajam, muitos microrganismos são distribuídos, em questão de horas, por todo o planeta.
 

Como posso proteger meu bebê?
 

Muitas pessoas adeptas à Medicina ou terapias alternativas têm deixado de vacinar seus filhos com receio de que vacinas possam lhes causar risco à saúde. Atrasam as vacinações de seus filhos ou não dão nenhuma dose de vacinas que são importantes à sua proteção e de toda a coletividade. Este é um dos fatores determinantes do retorno de muitas doenças graves que são reincidentes na população humana. Além disso muitos Programas Nacionais de Imunizações - PNI não incluem vacinação de rotina para adolescentes e adultos de forma ampla e estes estão se infectando com maior freqüência além de transmitir às crianças.

No Brasil, a ultima dose da vacina contra coqueluche é feita aos cinco anos de idade e a partir de então, nosso PNI só indica a vacinação contra Difteria e Tétano (dupla) a cada dez anos, isentando a Vacina contra Coqueluche (Pertussis).
 

Vacinar gestantes:

Importante medida para a proteção de seus futuros bebês.
 

- Em cada gestação deve-se vacinar a gestante, independentemente de ter sido vacinada na gestação passada.

- A vacinação com a a DPTacelular está recomendada a partir do segundo trimestre gestacional e não causa danos fetais, sendo segura e eficaz.

- A conscientização de obstetras quanto á importância de indicar a vacina a gestantes deve ser incentivada em nosso país, juntamente com a vacinação contra Hepatite B e inluenza, também recomendadas na gestação.

 


Referências bibliográficas

 

Bhatt, BhumikaJindal, HarashishMalik, Jagbir SinghChoudhry, Sandeep.

Hum Vaccin Immunother; 10(12): 3627-8, 2014.

Rodríguez Auad, Juan PabloFabiani Hurtado, Nelly Rocío.

Rev. Soc. Boliv. Pediatr; 52(2): 78-81, 2013.