Clínica de Vacinas

 

 

A incidência de infecção pelo Papilomavírus humano, o HPV,  tem aumentado em todo o mundo, assim como a frequência de complicações como o câncer de genitais, ânus, reto, vagina, vulva, colo do útero, cabeça e pescoço e vulva, em adolescentes, mas também em adultos em todas as faixas etárias.
 

Ainda há uma carência de informação sobre a gravidade da doença , o que facilita  a transmissão. Não podemos mais fechar os olhos para essa triste realidade, em que cada vez mais pessoas adquirem o vírus e muitas vezes não o sabem , já que nem todos manifestam sintomas aparentes. 

Verrugas genitais são apenas parte das manifestações do papilomavírus e cerca de 150 sototipos infectam a população humana, mas 13 deles têm um alto potencial oncogênico, ou seja, irão determinar o câncer.

 

A principal forma de transmissão é a relação sexual, mas atualmente sabe-se que a manipulação de genitais e o sexo oral também são responsáveis.
 

Pesquisas demonstraram que pessoas que têm outras doenças sexualmente transmissíveis juntamente com o Hpv, têm maior predisposição a desenvolver câncer, principalmente aqueles portadores de sífilis, gonorréia e herpes genital. 

 

O carnaval é uma momento de alegria, mas também de cuidado, quando o contato sexual aumenta e a maioria da população ainda acredita que somente o uso de preservativos pode prevenir a infeção pelo Hpv. Diferente das outras doenças sexualmente transmissíveis, infelizmente, há muitos casos de Hpv, mesmo com a utilização da "camisinha".

A única maneira de evitá-lo é através da vacinação, tanto para se prevenir verrugas como o câncer.

 

A Clínica de Vacinas imunity, todos os anos, através da Campanha "Carnaval Sem Hpv", procura  conscientizar quanto à importância da prevenção de todas as DSTs, mas entre elas o Hpv e a Hepatite b.

 

Participe de nossa campanha: ligue para nós.

 

19 3829-1702 / 3849-2930 / 98193-2785

 

 

A vacina HPV é segura?


A vacina HPV, assim como outras vacinas, têm sido alvo de polêmica em todo o mundo.  

Informações sem comprovação científica, em redes sociais, veiculadas por pessoas irresponsáveis que fazem parte de movimentos anti-vacinas, baseados em casos isolados , provocam pânico na população e enormes prejuízos à saúde publica.
Esse é um dos principais fatores relacionados aos novos surtos e epidemias que ocorrem em caráter global (sarampo, coqueluche, caxumba, varicela, pólio, etc).

 

Inicialmente utilizada na rede privada de vacinações, a vacina HPV  sempre foi muito questionada quanto ao seu alto custo.

Apos ser introduzida em programas nacionais de vacinação, um maior contingente de vacinados permitiram que muitos estudos de segurança e eficácia fossem publicados e pudesem demonstrar a eficácia e segurança da vacina HPV, com eventos adversos raros e, em sua maioria, leves e sem complicações.

 


Pânico coletivo: a mais frequente manifestação 

 

América Latina
 

No Brasil, especificamente, no Estado de São Paulo, entre 2014 a 2016,  3.390.370 adolescentes foram vacinadas contra HPV, a maioria em ambiente escolar, dispostas em fila, sem apresença dos pais, sem a devida orientação quanto à composição da vacina, seus benefícios e prováveis reações. Essa desinformação em vacinas gerou situações de pânico coletivo.

Os municípios que tiveram casos de reações notificados foram:

 

  • Valinhos: 13 casos (06 apresentaram dor  e inchaço no local da injeção, 10 apresentaram tontura, 07 tiveram dor de cabeça e 02 náuseas)

 

  • Bertioga:12 casos (tontura: 13 casos, formigamento de membros: 10, desmaio: 08 casos e 03 meninas tiveram fraquesa nas pernas com dificuldade para andar). Todas as meninas apresentaram-se com muito receio da dor pela injeção o que acarretou uma situação de pânico coletivo entre as outras adolescentes vacinadas e não vacinadas.
    As meninas foram investigadas e se constatou que se tratavam de sintomas psicogênicos inespecíficos  que poderiam ocorrer com qualquer vacina,  injeções ou coletas de sangue.

     
  • Cabreúva: 05 casos (dor de cabeça: 03, tontura: 03, urticária: 02 e rash cutâneo: 02), todas com evolução benigna
     
  • Pracinha: 09 casos (dor de cabeça: 06 casos e náuseas: 5 casos)

    Importante ressaltar que, nos quatro município,  cada menina apresentou 1 ou mais sintomas combinados

 

Observou-se, nesse estudo brasileiro uma proporção de 12 casos de reação (leves) para  cada 100.000  meninas vacinadas  (relacionados ao componente emocional).
Todas as 39 adolescentes evoluíram bem e sem sequelas.

 

Brasil: incidência de reação severa rara: 1,15 casos para cada 100,000 vacinados:
 

  • 01 caso de Síndrome de Guillain Barré (manifestação neurológica que pode ocorrer com vários medicamentos, outras vacinas e mesmo infecções virais)
  • 01 caso de trombose venosa (que também pode  ocorrer independente de vacinas, principalmente se a adolescentes estiver fazendo uso de anticoncepcionais ou for obesa)
  • 01 caso de convulsão em mulher que já tinha diagnóstico prévio de epilepsia. 

 

A grande maioria das adolescentes vacinadas em todo o Brasil não apresentou reação alguma , nem a curto ou longo prazo, sendo esse resultado condizente com a maioria dos estudos internacionais, demonstrando ser  a vacina HPV eficaz e segura para a população humana.
 

Após o episódio de São Paulo,  a Secretaria Estadual da Saúde e o Ministério da Saúde reafirmaram  a segurança e eficácia da vacina HPV quadrivalente e também sua importância para a prevenção das várias formas de câncer pelo Papilomavírus humano - HPV.

 

 

Estudo sobre a aceitação da vacina HPV por parte de profissionais de Saúde
Estado do Acre - Brasil

 

Um estudo transversal foi conduzido junto ao Sistema Assistencial à Saúde da Mulher e da Criança no Estado do Acre, de Janeiro a Março de 2017 para se avaliar o conhecimento e a aceitação da vacina HPV pelos profissionais de saúde dessa região.
Foram entrevistados 196 pessoas, sendo 39,8% médicos e 61,2% outras categorias da área da saúde.


Os médicos demonstraram maior conhecimento sobre câncer de colo do útero como uma das mais frequentes causas de câncer na mulher, mas,  a respeito da vacina HPV, tanto médicos quanto os demais profissionais de saúde demonstraram pouco conhecimento sobre a importância , composição, efeito protetor e eventos adversos da vacina HPV.

Esse estudo demonstra que, infelizmente, ainda em populações com nível sócio-econômico-cultural menor, a informação sobre prevenção dos vários tipos de câncer relacionados ao HPV deve ser prioritária, pois o desconhecimento acarreta receio e recusa em aderir à vacinação, além de proporcionar episódios de pânico coletivo, manifestações de órdem psicogênica em massa.

 

Esse efeito ocorreu em 2012 em uma peuqena vila do caribe Colômbiano e repercutiu rapidamente na mídia e redes sociais, com impacto negativo em outra região do país e diminuição dramática na cobertura vacinal e aumento do risco para a população.

 

 

Evento psicogênico em massa ocorrido na Colômbia 

 

Em 2014, foram reportados múltiplos eventos adversos após a vacinação contra HPV em adolescentesase do vilarejo de Carmem de Bolivar, localizado no caribe colombiano.
Em 2012, o governo havia introduzido o programa de vacinação com o objetivo de uma cobertura de 90% da população de adolescentes em todo o país.

 

Foram veiculados  vídeos, fotos, em redes sociais, you Tube e, redes de televisão,  com adolescentes desmaiando, em situação de pânico coletivo durante a vacinação nessa localidade colombiana, acarretando alarme nacional e internacional a respeito da segurança da vacina.

 

As autoridades  de saúde invstigaram  todas as adolescentes comprovando-se que se tratava de um caso de efeito psicogênico de massa, ou pânico coletivo. As adolescentes permaneceram sob observação pore meses não evoluindo com sequelas.



A Organização Mundial de Saúde recomenda a vacinação contra HPV

 

A OMS reconhece a importância da vacinaçãp contra o HPV em todo o planeta para a prevenção de 70% dos casos de câncer de colo do útero e outros relacionados ao papilomavírus humano e atesta a segurança e eficácias das vacinas bivalente, quadrivalente e nonavalente contra o HPV.

 

Não há o que questionar sobre a necessidade de se vacinar a população humana para a prevenção de doenças infecciosas severas. 
Não podemos nos deixar influenciar por falsas notícias que circulam nos meios de comunicação, principalmente redes sociais, que atacam sem comprovação científica essa medida salvadora e fruto de intensa e incansáveis pesquisas: vacinas.
Alegações sem comprobabilidade baseada em evidências não podem mais influenciar os internautas e usuáriso do whatsapp e youtube.
É necessário orientar de forma segura e embasada e isso é nossa responsabilidade: governantes, profissionais de saúde, educadores,  igrejas, e políticos.

Deixar que essas notícias influenciem as populações é negligenciar as informações verdadeiras e de imensa utilidade pública. Pensemos nisso!

 

Dra. Maria do Carmo Duiarte Oliveira
Médica, pediatra especializada em imunizações 
 
 

Estudos de eficácia e segurança da vacina HPV em todo o mundo

Estudo americano


Nos estados Unidos, entre 2009 a 2015, cerca de 60 milhões de doses da vacina HPV foram administradas, com 327 casos eventos adversos, sendo a maioria leves (dor local,  tontura, dor de cabeça)

 

Estudo canadense

No Canadá,  de 2006 a 2014, foram reportados 37,4 casos de eventos adversos para cada 100.000 adolescentes vacinados em Alberta e 19,2 casos para cada 100.000 em Ontário ( de 2007 a 2014).

 

Estudo da Austrália

 

Na Austrália,  entre Abril de 2007 a Dezembro de 2012, 4.8 milhoes de doses foram administradas  sendo reportados 34,8 casos de reações leves em cada 100.000 vacinados e 2,5 casos de reações severas para cada 100.000 doses da vacina HPV.

 

Estudo do Reino Unido

No reino Unido, a vacina foi administrada entre setembro de 2008 a Julho de 2012, com 6 milhões de doses reportando um índice de reações (a grande maioria leves) de 100 casos para cada 100.000 vacinados. 

 

Estudo Dinamarquês

Uma análise de cluster na Dinamarca, para avliação da correlação de síndrome da fadiga crônica e de taquicardia postural em adolescentes que haviam recebido a vacina HPV, concluiu que os eventos adversos mais comunmente relacionados à vacina foram desmaio, dor de cabeça e  cansaço e não consideraram a síndrome da fadiga crônica e a taquicardia postural como decorrentes da vacina, considerando essas entidades inespecíficas e com aumento em incidência naquela região escandinava, mesmo em indivíduos que não foram vacinados.

 

 

Estudo japonês

A ocorrência de eventos adversos vacinais com a vacina de HPV quadrivalente, mesmo sendo em sua grande maioria leves, fez com que os pais de adolescentes negligenciassem as próximas doses  além do cancelamento dessa primeira campanha de vacinação por parte do ministério da saúde japonês.
O estudo japonês não conseguiu comprovar a correlação de eventos adversos severos com a vacina HPV. A maioria das reações ocorridas em meninas que receberam a vacina eram leves e sem sequelas, relacionadas principalmente a fatores emocionais  (medo e dor).
Essa mesma medida o governo do Japão tomou, em relação à vacina de rubéola, na década de 90 resultando em uma grande epidemia da doença, entre 2012 e 2014,com 17.000 casos de síndrome da rubéola congênita, em filhos de mulheres não vacinadas. 

Atualmente, o japão retornou à vacinação contra HPV, agora com a vacina Nonavalente, em mulheres entre 16 e 26 anos de idade, que tem demonstrado um alto índice de proteção contra várias formas de câncer pelo HPV, principalmente o câncer de ânus e reto. A vacina tem sido bem tolerada e eficaz, com adesão, em massa, pela população jamponesa.

 

 

Estudos italianos

 

Vários estudos realizados dem regiões da Umbria, Campania e Apulia concluíram ser a vacina HPV eficaz em adolescentes e com raros eventos adversos (dor local, dor de cabeça e desmaios), todos desencadeados por medo e com evolução benígna.

 

De todos os sintomas relacionados à vacinação contra HPV, o mais frequente em todo o mundo foi o desmaio (síncope) logo após a vacinação e após investigação realizada em muitos países, o principal fator desencadeante foi  o fator psicogênico (medo da injeção) e a dor no momento da aplicação.


 

Eventos adversos severos raros

 

A Síndrome neurológica (Guillain Barré)incidiu raramente em todos os estudos publicados.  

Nos Estados Unidos, teve a incidência de 0,36 casos para cada um milhão de doses aplicadas.

Na Austrália, 0,05 casos para cada 100.000 doses
No Brasil, 2 casos para cada 100.000 vacinados.

 

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